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domingo, 20 de março de 2011

Exposição Biblioteca

Está a decorrer na biblioteca da escola uma exposição fotográfica sobre a visita de estudo realizada a Monte Clérigo, Lagos e Sagres, no 1º período. Os alunos seleccionaram as fotos mais emblemáticas da visita e sugeriram as respectivas legendas, de forma a enquadrar devidamente todos os visitantes desta exposição.



domingo, 6 de março de 2011

Diário de Bordo – Uma Viagem Sem Regresso


Foi lançado o seguinte desafio aos alunos:

CHAMAS-TE Tolentino Tartaruga. És capitão de um dos barcos que fez a carreira da Índia, carregados de especiarias para Portugal. O teu barco vai naufragar na viagem de regresso a Portugal, junto ao cabo da Boa Esperança. Escreve o relato desta viagem no teu "Diário de Bordo".

Aqui fica o relato elaborado pelo aluno Leonardo Correia, do oitavo ano, turma A:

Uma Viagem Sem Regresso

Sou o Tolentino Tartaruga e o meu barco faz parte da armada da Rota do Cabo que vai buscar especiarias, tecidos, sedas e porcelanas, em troca de metais preciosos, e que os traz à Casa da Índia para depois serem levados à feitoria de Antuérpia.
Gostaria de partilhar convosco algo que aconteceu: quando nos afastámos de África, no Cabo Bojador, avistámos ao longe uma terra que dizem só o rei e os seus próximos saberem da sua existência. Chegámos ao Oceano Índico e em casos normais contrataríamos um piloto, mas como já conhecemos bem a rota, não foi necessário. Já estávamos de regresso quando ao chegarmos ao Cabo da Boa Esperança encontrámos o Adamastor que imediatamente nos fez naufragar. Também encontrámos Indígenas que se dedicavam à agricultura e à caça e que eram canibais. Eles não eram da nossa cor por isso, acreditámos que eram Semi-Deuses.
Posteriormente regressámos numa armada que nos veio resgatar. Foi uma aventura incrível e inesquecível.


Leonardo Coelho Correia, 8.º A

domingo, 27 de fevereiro de 2011

ALGARVE - 100 ANOS DE REPÚBLICA

Este livro reúne as cem personalidades que, ao longo deste primeiro século da República, mais se destacaram no Algarve pela sua intervenção, dinamismo e empenho nas grandes causas humanas e sociais. Trata-se de um importante contributo para o conhecimento da História Local. Esta obra procura enaltecer as virtudes da cidadania, homenageando personalidades que através da sua militância cívica, foram participantes activos na construção dessa mesma cidadania, que contribui para o prestígio da vida pública e para a valorização da nossa história colectiva.


sábado, 19 de fevereiro de 2011

A Expansão Muçulmana

Alguns alunos do oitavo ano, das turmas A e D, simularam estar durante a ocupação dos muçulmanos na Península Ibérica e apresentaram aos colegas como era o dia-a-dia no tempo dos muçulmanos. Aqui ficam algumas fotos que nos relembram a herança deixada por este povo.


 

sábado, 12 de fevereiro de 2011

11º Festival de Música Al-Mutamid

  • Dia 18 de Fevereiro . Cine-Teatro Louletano - 21h30
O Festival de Música Al-Mutamid apresenta na sua 11ª edição 3 espectáculos de enorme beleza visual e sonora.
Nos dias 11 e 12 em Albufeira e Lagos, respectivamente, Ibn Misjan Ensemble (Siria / Argélia / França) liderado por Vicent Molino (fundador do carismático grupo Radio Tarifa) apresenta um espectáculo que está baseado nas músicas e danças do Médio Oriente.
No dia 18 em Loulé, Rasha (Sudão) apresenta canções afro-árabes do Sudão e temas de dança de rasgos puramente árabes acompanhados por uma bailarina de dança oriental que nos transporta ao longínquo oriente com os seus ritmos sensuais das cortes de califas e sultões e que reflectem nas suas expressivas danças todo um manancial de cor, exotismo e beleza, interpretadas com elegância e sensualidade.
No dia 19 para encerrar o festival em Lagoa, Jesus Herrera y Su Cuadro Flamenco (Andaluzia) apresentam o espectáculo de flamenco “Felah-Mengus.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

DRAMATIZAÇÃO – O CONTRATO DE VASSALAGEM

As relações de vassalagem estabeleciam-se através de um contrato, celebrado numa cerimónia, que envolvia a homenagem, o juramento de fidelidade e a investidura.
Alguns alunos do oitavo ano, das turmas A e D, simularam estar na Idade Média e representaram para os colegas as várias cerimónias que revestiam o contrato de vassalagem.



sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

A PESTE NEGRA

Na sequência da seguinte proposta aos alunos:
Escreve um texto criativo sobre a Peste Negra. Imagina-te nesta época em que um amigo/familiar teu, ou até mesmo tu, tivesse contraído esta terrível doença. Descreve como a peste chegou à tua região, os sintomas, os tratamentos aconselhados e a forma como a sociedade da época encarava esta doença.
Aqui ficam alguns desses textos.

A peste negra tem o nome científico de Pasteurella Pestis. O micróbio alojava-se no estômago e no sistema circulatório da pulga. A pulga normalmente habitava nas ratazanas negras, mas todos os roedores com pêlo espesso podiam ter. Esta doença era altamente contaminável.
As pulgas passavam das ratazanas para as pessoas, após as morderem começava a aparecer uma mancha negra à volta da mordedura, essa mancha tinha o nome de gangrena. Apareceriam também bubões nas virilhas e nos sovacos, outros sintomas da peste eram: arrepios, vómitos, fortes dores de cabeça, olhos brilhantes devido à febre e a pele ficava amarela. Quando a peste atingia os pulmões os sintomas eram tossir e cuspir sangue e o doente podia morrer em três dias, se a peste atingisse o sistema circulatório era morte certa ao fim de três horas.
Algumas curas dessa altura eram pôr uma ovelha ao pé do doente para a pulga passar para o pêlo do animal, outra era o doente vestir roupa de seda para a pulga escorregar e não ficar a morder o enfermo.

André, nº 3 – 8º A

No ano de 1348 apanhei peste, enquanto ajudava o meu pai na agricultura no terreno de um nobre, que vivia no castelo. No dia seguinte, começaram a aparecer umas manchas estranhas. Quando o meu pai trouxe a minha ovelha preferida para o pé da minha cama, senti-me mais feliz, porque assim eu sempre tinha companhia e rapidamente comecei a ficar sem manchas e sem dores. Mas passada uma semana, a minha ovelha morreu e eu não compreendi o motivo. Entretanto, morreu o meu avô. Aí eu e o meu pai não quisemos ir trabalhar novamente para a reserva do nobre, pois com a herança que recebemos já tínhamos dinheiro suficiente para viver pelo menos durante três anos, podíamos ficar sem trabalhar. Mas D. Afonso IV, publicou as Leis do Trabalho obrigando-nos a voltar ao trabalho.
Mas com muita sorte, nem eu, nem o meu pai apanhamos peste novamente.
Artur, nº 2 – 8º D


…Estou nesta época horrível, já agora vou-vos contar como é, mas preparem-se para ouvir o pior….como numa viagem ao passado.

Um rapaz com dinheiro tem sorte porque as condições de vida são melhores, mas os outros que vivem com pouca higiene e muita miséria facilmente são atacados por estas terríveis epidemias.
            Uma pessoa olha pela janela e vê quase metade da população com a chamada “Peste Negra”, pessoas com o corpo inchado e com vários papos negros espalhados pelo corpo, tosse o dia todo, sangue cá para fora, horrendo….
A minha família tem muita sorte, somos quatro pessoas e nenhum de nós apanhou esse pesadelo.
Imaginem ruas cheias de “necessidades”, sangue, lixo por todo o lado... Ratos a  correrem de um lado para o outro, as pessoas não saem de casa com muito medo, medo de apanhar esta terrível doença.
Aqui está a minha opinião, mas tenham cuidado pois…

João Palinhos, nº 9 – 8º D